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Disponível aqui.

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© Dario Silva, Setembro de 2002.

O blog bracarense Avenida Central termina hoje, 16 de Dezembro de 2009, uma parte da sua vida. Pelo gozo que me deu nele ter assinado algumas crónicas, fica aqui o meu apreço.

O sétimo livro apresentou-se ontem na Lousã. São 101 fotografias recolhidas no ano do centenário da Linha da Lousã. Um excerto disponível aqui

ceira

Ceira, Linha da Lousã.

Outubro 2009.

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Vermeilho (a pronúncia do Norte) na Linha de Sintra.

Outubro 2009.

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Viagem Porto-Braga pela CP fica 87% mais barata do que de carro, em especial para jovens e reformados
00h30m
JOSÉ MIGUEL GASPAR

Passam ali todo os dias, o Hugo e o Sr. Vaz, duas vezes ao dia debaixo daqueles altos alçados decorados com 20 mil azulejos de azul e de branco. Invariavelmente, eles e dezenas deles em todos os minutos ao largo do dia, chegam e param naquele pátio para levantar o nariz.

Ali formiga-se, é uma estação, S. Bento, Porto, chegam e partem pesados comboios e naquele hall passam passos apressados, encarreirados, cruzados, e eles estão ali, de pescoço erguido, a olhar sem ver os azulejos portistas que relatam torneios, coisas de Egas e de D. Henrique (que aqui veio ao Porto para casar com Filipa de Lencastre, foi há 622 anos), nariz no ar à espera que o grande quadro de horários lhe diga a linha em que vão seguir.

Vêm para o Porto e regressam para Braga, todos os dias, os dois, o Hugo e Sr. Vaz, pessoas que apreciam as suas comodidades.

Reformado honrado da indústria têxtil do Vale do Ave, 68 anos, casado há 46 com uma minhotinha, casinha na Cidade dos Arcebispos, o Sr. Vaz viu-se obrigado a vir ao IPO do Porto de segunda a sexta-feira durante três meses. “Ando a tratar um pequeno cancro de próstata que já está quase aviado”, diz ele, alivia-se, dá graças por Deus. De carro gastava pelo menos 12 euros de gasolina e mais seis de portagem; de comboio a ida e a volta fica por 2,20 euros, “para mim é metade que já estou reformado”.

Nunca tinha andado, o Sr. Vaz, um curto cabelo da cor da platina, e logo ficou fã do comboio, ele que passeou toda a vida de carro. “É um deslize, gosto muito, a viagem é alegre, a paisagem variada. Deixa-me sempre relaxado”, diz ele, ainda espantado com o rigor dos carris. “Não dá para acreditar: nunca, nunca, nunca se atrasa”. E sai a sorrir.

Passa por ele e não o vê, vai rápido, Hugo Oliveira, 25 anos, designer, boa pinta, óculos escuros gamados a “Cães danados”. Vai directo: “Carro não compensa, é impossível. Moro em Braga, trabalho no Porto, já viu o que era?”, conta ele, que já viu. “O comboio é 4,40, sim, ida e volta, e o passe 51,50 euros. Nem preciso fazer contas – é para aí 10% do preço”. E vai, o Hugo, um Mr. Blonde a caminho de Braga.

É cómodo, compensa, traz outro atractivo: é severa a nobreza do granito daquela estação, majestosa a fachada, bela arquitectura, gramática de fundo neoclássico tardio, linda, a estação de S. Bento, dourada ao entardecer.

in Jornal de Notícias

bragacomboio

“8/7/2009  SIETE X SIETE


Papá, ven en tren

JULI CAPELLA

Papá, mamá, hijos, amiguetes: venid en tren. Porque no traquetea tanto y empieza a ser más puntual, el AVE y el Euromed. Venid en tren porque es más probable que lleguéis a casa sanos y salvos que yendo en coche. Además, podréis disfrutar leyendo el periódico. O paseando arriba y abajo zampándoos el bocata. O bien mirando el paisaje por los amplios ventanales, aunque sea para comprobar la avaricia edilicia de la última década. También es posible que os ofrezcan ver una peli y os enchufen unos auriculares chungos, pero no es obligatorio usarlos. Podréis descansar un rato, ir al vagón bar o, incluso, echar una cabezadita, siempre que los vecinos no sean moviladictos. Iréis del centro al centro de la población gozando de mayor bienestar, a no ser que se desmadren con el aire acondicionado. Pero sin caravanas, sin agobios ni pitidos. No hará falta llevar pasaporte ni quitarse el cinturón al embarcar. Y las damas podrán llevar cuantos líquidos, cremas y demás potingues se les antoje.

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Viniendo en tren habrás destrozado menos el territorio; en proporción usarás una décima parte de lo que ocupa el coche. E incidirás infinitamente menos en lo que a desaguisados estéticos se refiere. Viniendo en tren, contaminarás menos por el camino, pero ojo, la generación de electricidad ensucia en origen.

Mientras no exista la teletransportación, el tren seguirá siendo uno de los medios más efectivos para desplazarse. Por eso Renfe debería mejorar el servicio de Cercanías, todavía muy precario. Ir en tren debería ser más barato y potenciarse con nuevas vías y estaciones por todo el país. Sin que obligatoriamente pasen por Madrid, ni siquiera por Barcelona.”

d’aqui

 

Manoel de Oliveira - Cineasta

Manoel de Oliveira - Cineasta


No Sud Express ou no Lusitânia?

“Chaimite”

(diz o Chefe)

Porto São Bento São João de Braga e o Comboio

Linha do Corgo

SEM O COMBOIO.

espinho_cco_0997.jpgE o Atlântico também. 

is full of crazy people
 

Coimbra Cidade

Passagem de Nível na Baixa de Coimbra.